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quinta-feira, 25 de março de 2021

A certeza da inocência de Lula trouxe fé e alegria ao povo.

 



                                          É o que ficou demonstrado nas redes sociais.

Milhões de mensagens de fé, esperança e em comemoração, foram registradas nas principais redes sociais do ex presidente, logo após as ações fraudulentas contra ele serem anuladas, pelo STF, devido à constatação de parcialidade do ex juiz e ex ministro Sérgio Moro.

O principal teor das mensagens era de apoio, sentimento de resgate na fé da justiça do país, seguidos de mais fé no futuro.

As nuvens negras e sombrias estão se dissipando, os golpistas que sacrificaram toda uma nação por medo de enfrentar o PT nas urnas, estão expostos e visíveis à opinião pública.

De certo o reestabelecimento da ordem das coisas se dará com as eleições de 2022. Até lá teremos que engolir essa gestão golpista, que usou de informações falsas, da parcialidade de um juiz, e do ódio da elite política, para demonstrar que este segmento político é muito, muito ruim de governo.

Que este ano passe rápido, temos uma pandemia para derrotar, e um palhaço na presidência para ignorar. Vamos nos manter vivos.
by Waldemar Parra

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Se acatar pedido de CUNHA, o STF acaba com a Lava Jato.

              A JUSTIÇA NÃO PODE TER DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS.

Se acatar pedido de Eduardo Cunha, STF abrirá precedente para a ANULAÇÃO de TODAS as delações, o que para o Brasil, e para o combate à corrupção, será um enorme retrocesso.



O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), se reuniu nesta terça-feira (21/07) com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF),Ricardo Lewandowski, para tratar do pedido para suspender a ação penal em que ele foi citado por Júlio Camargo, um dos delatores do esquema de corrupção investigado na Operação Lava Jato.

Cunha e seu advogado, o ex-procurador-geral da República Antônio Fernando de Souza, reuniram-se com Lewandowski, por cerca de uma hora, para pedir agilidade na decisão. De acordo com Souza, o caso é urgente e merece uma decisão rápida, antes mesmo da manifestação do juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba.

O advogado explicou, na saída do encontro, que seu cliente entrou com pedido de reclamação contra o juiz Sérgio Moro e pede para que sejam esclarecidos alguns pontos. Antônio Fernando afirmou que o pedido quer a suspensão do processo e que sejam consideradas inválidos os atos de Moro relativos a Cunha, se referindo ao depoimento do consultor Júlio Camargo, da Toyo Setal, que falou ter recebido solicitação de propina de US$ 5 milhões do parlamentar.

"A reclamação diz respeito exclusivamente à atuação do juiz Moro no que se refere à inquirição quanto a fatos que dizem respeito ao deputado (Cunha), já que o inquérito está no Supremo Tribunal Federal (STF). E esse inquérito é o local adequado para instrução probatória. Na ação penal no Paraná ele (Cunha) não é réu. Não cabia nem ao Ministério Público solicitar a inquirição nem o juiz (Moro) tomar esse depoimento (de Júlio Camargo)", disse Antônio Fernando. "O pedido é muito claro: que se suspenda o processo e se analise os atos que são inválidos em relação ao deputado.

No pedido encaminhado a Lewandowski, Cunha pede liminar para suspender, na Justiça do Paraná, o processo que envolve contratação de navios-sonda pela Petrobras.

Em razão da ação liminar movida pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no Supremo Tribunal Federal (STF), que pede o afastamento do juiz federal Sérgio Moro da condução das investigações da Operação Lava-Jato no Paraná, o presidente do Supremo Ricardo Lewandowski pediu que o magistrado preste informações sobre as delações premiadas dos investigados.
Fonte: Época Negócios: http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Acao/noticia/2015/07/cunha-se-reune-com-lewandowski-e-pede-suspensao-do-processo.html

Nota da Redação:  Faltou a FONTE (sic) analisar a matéria como o caso requer, portanto, ressaltamos a importância da imparcialidade do STF, pois Eduardo Cunha não é o ser supremo do Brasil, e nossa JUSTIÇA não está apenas ao seu serviço, para utiliza-la ao seu bel prazer.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Sapopemba realiza ato contra a redução da maioridade penal


O frio intenso e a fina garoa do último sábado, dia 20 de junho, não impediram as mais de 300 pessoas de participar da Caminhada Contra a Redução da Idade Penal no Sapopemba. Com apoio da Comissão da Defesa dos Direitos da Criança, Adolescente e Juventude da Câmara Municipal, presidida pela vereadora Juliana Cardoso, o ato foi organizado pelas entidades que formam o Movimento Contra a Redução da Maioridade.

.A concentração começou por volta das 9h na altura do nº 8300 da Avenida Sapopemba, próxima da base fixa da Polícia Militar, no Jardim Grimaldi. Desse ponto, os participantes seguiram em passeata pela Avenida Sapopemba até a Rua de Lazer da Avenida Vilanova Artigas, no Teotônio Vilela.

Pelo caminho, representantes das entidades participantes e parlamentares se revezavam ao microfone do caminhão de som, enquanto pelo caminho movimentos populares e sociais da região distribuíam carta aberta aos comerciantes e moradores com argumentos contra a aprovação da Comissão Especial da Câmara Federal da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) nº 171 que reduz de 18 para 16 anos a idade penal.

A escolha da Sapopemba para o ato público tem suas razões. A região tem forte tradição de lutas em defesa dos Direitos Humanos e exibe índices preocupantes de violência. Entre 2001 e 2010, por exemplo, 93% das pessoas que morreram em supostos tiroteios com a Polícia Militar na cidade são de bairros da periferia. E o distrito com mais casos é o Sapopemba, com 52 ocorrências. O levantamento foi elaborado pelo Instituto Sou da Paz que utilizou dados do Programa de Aprimoramento das Informações de Mortalidade da Secretaria Municipal da Saúde.

Para a vereadora Juliana Cardoso, a sociedade hoje está contaminada em suas convicções por alguns setores sensacionalistas da mídia e não tem um conhecimento profundo de que a redução da maioridade penal não vai acabar com a violência. “Encarcerar o adolescente não vai resolver a questão da insegurança, pois o jovem na prisão vai sair de lá com diploma de faculdade do crime”, afirmou. “Precisamos concentrar nossas

energias para buscar mais recursos para políticas públicas nas áreas de educação, cultura e esporte. Essa caminhada é uma forma de debatermos com a população e fortalecermos a luta contra a redução da maioridade”.

Assessoria de Imprensa

Mandato Vereadora Juliana Cardoso

André Kuchar (MTb 15.513).

Telefones 3396-4315 e 3396-4351 Site: www.julianacardosopt.com.br e www.twiter.com/julianapt