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terça-feira, 8 de junho de 2021

Até Congressistas Americanos reconhecem, fomos invadidos pelos EUA

 Congressistas Americanos querem esclarecimentos de BIDEN, sobre INVASÃO AMERICANA ao BRASIL, e sobre os desdobramentos anti democráticos que afundaram a nossa nação em uma crise sem precedentes.

Interferência dos EUA na política interna do Brasil?


No Congresso americano, há apreensão com a possibilidade de que investigadores americanos possam ter se envolvido ou participado de atos recentemente considerados ilegais pelo Supremo Tribunal Federal brasileiro (STF), que anulou todos os julgamentos contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no âmbito da Lava Jato após apontar parcialidade do então juiz federal Sergio Moro no caso.
Os parlamentares dos EUA temem que as ações de agentes investigativos americanos possam ser vistas como interferência na política nacional brasileira, já que a operação Lava Jato levou ao impedimento da candidatura presidencial de Lula em 2018 e alçou Sergio Moro a Ministro da Justiça do atual presidente, Jair Bolsonaro.
"Há muito tempo estou preocupada com a Lava Jato e suas consequências para a democracia brasileira - particularmente com o que parece ter sido um esforço politizado e falho para prender o ex-presidente Lula e mantê-lo fora das urnas em 2018. Se o DoJ desempenhou algum papel na erosão da democracia brasileira, devemos agir e garantir a responsabilização para que isso nunca se repita", afirmou à BBC News Brasil a deputada democrata Susan Wild, da Pensilvânia, uma das signatárias da carta ao DoJ.
Ouvidos pela reportagem, tanto o ex-juiz Sergio Moro quanto o Ministério Público Federal do Paraná negaram que tenha havido qualquer irregularidade ou ilegalidade na cooperação com os agentes americanos. (leia mais abaixo)
Wild afirma que prefere esperar "informações completas antes de tirar quaisquer conclusões" sobre o papel de agentes do FBI, o órgão investigativo dos EUA, ou do DoJ, mas nota que "os Estados Unidos devem estar atentos à sensibilidade de seus atos tanto no Brasil quanto em outros lugares da América Latina, dado o histórico de interferência dos EUA na região".
A congressista se refere, por exemplo, ao apoio dado pelos EUA à ditadura militar brasileira, nas décadas de 1960 e 1970. Durante a presidência do democrata Barack Obama (2009-2017), o país iniciou o que ficou conhecido como "diplomacia da abertura", quando tornou públicos documentos diplomáticos secretos sobre violações aos direitos humanos cometidos pelos regimes ditatoriais de Brasil, Argentina e Chile.
"Os Estados Unidos têm uma história sombria de intervenção na política interna da América Latina e precisamos compreender totalmente a extensão do envolvimento dos EUA (com a Lava Jato) para evitar que uma eventual implicação inaceitável aconteça no futuro", afirmou à BBC News Brasil o deputado Raúl Grijalva, do Arizona, que também assinou a carta.
Os parlamentares estão cientes de que em pouco mais de um ano, os brasileiros decidirão quem comandará o Palácio do Planalto, o que deve aumentar a temperatura do assunto. "À medida que o Brasil se aproxima da eleição presidencial de 2022, acredito ser crucial que os membros do Congresso dos EUA deixem claro que a era de interferência acabou - o povo brasileiro deve ser livre para escolher seus próprios governos", resume Wild.
Além de oferecer um pedido formal de desculpas, os Americanos deveriam ressarcir nossos prejuízos. Poderiam também aceitar um exílio permanente dos traidores lesa pátria deste processo intervencionista, que interferiu de maneira a prejudicar todo o povo brasileiro, entre indústrias, e empresas, milhões de desempregados, desaquecimento comercial e da economia, afetando todos os brasileiros de modo geral, o prejuízo pode chegar a trilhões de dólares.
Jesus amado, as #FFAA não podem estar coniventes com essa alta traição. Seria o FIM da credibilidade inabalável desta respeitável / até aqui / instituição.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Sapopemba realiza ato contra a redução da maioridade penal


O frio intenso e a fina garoa do último sábado, dia 20 de junho, não impediram as mais de 300 pessoas de participar da Caminhada Contra a Redução da Idade Penal no Sapopemba. Com apoio da Comissão da Defesa dos Direitos da Criança, Adolescente e Juventude da Câmara Municipal, presidida pela vereadora Juliana Cardoso, o ato foi organizado pelas entidades que formam o Movimento Contra a Redução da Maioridade.

.A concentração começou por volta das 9h na altura do nº 8300 da Avenida Sapopemba, próxima da base fixa da Polícia Militar, no Jardim Grimaldi. Desse ponto, os participantes seguiram em passeata pela Avenida Sapopemba até a Rua de Lazer da Avenida Vilanova Artigas, no Teotônio Vilela.

Pelo caminho, representantes das entidades participantes e parlamentares se revezavam ao microfone do caminhão de som, enquanto pelo caminho movimentos populares e sociais da região distribuíam carta aberta aos comerciantes e moradores com argumentos contra a aprovação da Comissão Especial da Câmara Federal da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) nº 171 que reduz de 18 para 16 anos a idade penal.

A escolha da Sapopemba para o ato público tem suas razões. A região tem forte tradição de lutas em defesa dos Direitos Humanos e exibe índices preocupantes de violência. Entre 2001 e 2010, por exemplo, 93% das pessoas que morreram em supostos tiroteios com a Polícia Militar na cidade são de bairros da periferia. E o distrito com mais casos é o Sapopemba, com 52 ocorrências. O levantamento foi elaborado pelo Instituto Sou da Paz que utilizou dados do Programa de Aprimoramento das Informações de Mortalidade da Secretaria Municipal da Saúde.

Para a vereadora Juliana Cardoso, a sociedade hoje está contaminada em suas convicções por alguns setores sensacionalistas da mídia e não tem um conhecimento profundo de que a redução da maioridade penal não vai acabar com a violência. “Encarcerar o adolescente não vai resolver a questão da insegurança, pois o jovem na prisão vai sair de lá com diploma de faculdade do crime”, afirmou. “Precisamos concentrar nossas

energias para buscar mais recursos para políticas públicas nas áreas de educação, cultura e esporte. Essa caminhada é uma forma de debatermos com a população e fortalecermos a luta contra a redução da maioridade”.

Assessoria de Imprensa

Mandato Vereadora Juliana Cardoso

André Kuchar (MTb 15.513).

Telefones 3396-4315 e 3396-4351 Site: www.julianacardosopt.com.br e www.twiter.com/julianapt