Presidente da Petrobrás só foi demitido por não aceitar participar de esquema de corrupção e de propina, que iria favorecer a TV Record e o SBT
Desta feita, o mercado financeiro pode ficar tranquilo, pois o Presidente Jair Messias Bolsonaro não pretende de forma alguma, segundo alguns membros do conselho da estatal, mexer na política de preços da mesma. O motivo real é de fato, este pedido de propina, prontamente recusado pelo gestor ora demitido, punido ao se recusar participar deste esquema de corrupção, que iria favorecer de forma ilícita as emissoras em questão...
Ainda segundo membros deste conselho, a empresa iria trazer notícias boas sobre os excelentes resultados, e um balancete trimestral, deveria ser apresentado ao público, porém a decisão de afastar o gestor, e o desenrolar dos acontecimentos, aliado a tempestiva intromissão acalorada e inoportuna de Bolsonaro, colocou por terra, algo bom que deveria ser comemorado.
Estes mesmos conselheiros, demonstram preocupação com o prejuízo bilionário causado pelo ex-militar Bolsonaro, que em desvio de função, causou mais este back no mercado e na Petrobrás, por picuinha, ao ver seu pedido de propina, tão elegante e corajosamente negado por Roberto Castelo Branco.
O que deve mover estes setores da imprensa dita PIG, e o atual presidente, é sem dúvidas uma certeza de impunidade tão grande, que contrasta com a covardia e o oportunismo do Congresso Nacional, seus senadores e deputados inertes e corrompidos.
Nota desta redação sobre mais esta vergonha;
Difícil ter que noticiar estes fatos, enojado e envergonhado com tudo que aí está, formatado pelo golpe de 2016, com supremo, com tudo. Parabéns ao ex-diretor da Petrobrás e conselheiros.



