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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

IncubaCINE e as políticas públicas voltadas para a economia solidária.

Centro Público de Direitos Humanos e Economia Solidária sedia primeira edição do IncubaCine


Acontece na próxima quarta-feira (17), às 15h, a primeira edição do IncubaCine, exibição de filmes e debates sediados no Centro Público de Direitos Humanos e Economia Solidária, no Cambuci. A iniciativa é realizada pelo projeto “Economia Solidária SP como Estratégia de Desenvolvimento”, ação da Secretaria Municipal do Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo (SDTE) em parceria com a Unisol Brasil.

Iniciado em 2015, o projeto visa fortalecer a política pública de Economia Solidária em São Paulo, por meio de processos formativos, sensibilizações e assessoria técnica oferecida a redes de empreendimentos solidários. Os encontros entre a equipe pedagógica do projeto com os coletivos acontecem comumente na Incubadora Pública de Empreendimentos Solidários, localizada dentro do próprio Centro Público de Direitos Humanos e Economia Solidária.

Alinhado aos objetivos do projeto, o IncubaCine tem como proposta a exibição de filmes e a promoção de debates com temáticas transversais à Economia Solidária tais como Cooperativismo, Mobilizações Sociais, Direitos Humanos, Meio Ambiente, Diversidade Sexual e Gênero. O primeiro filme a ser exibido será o "Coconut Revolution", documentário sobre a luta do povo indígena da ilha de Bougainville, na Oceania, contra a devastação de seus recursos naturais e pela proteção de sua cultura.

Serviço
IncubaCine - Cinema e Economia Solidária
Data: 17/8
Horário: 15h
Local: Centro Público de Direitos Humanos e Economia Solidária
Endereço: Rua Otto de Alencar, 270 - Cambuci
Entrada gratuita

Dia Internacional da juventude.

Desafios para as políticas de trabalho, emprego e renda na cidade de São Paulo
 Por Artur Henrique da Silva Santos
 O Dia Internacional da Juventude é celebrado na data de 12 de agosto, por resolução da Assembleia Geral da ONU. Aproveitamos a existência desse marco para fazer uma reflexão sobre os desafios para avançarmos em São Paulo na construção de uma cidade mais humana, solidária e que inclua sua juventude trabalhadora nesse processo. Nos últimos anos, a população jovem no Brasil foi a maior em números absolutos de toda história. A cidade de São Paulo refletiu essa tendência. Temos em nossa cidade 2,9 milhões de pessoas com idade entre 15 e 29 anos. O número representa 25% da população, que atualmente gira em torno dos 11,2 milhões (dados IBGE de 2013). Isso significa dizer que as políticas públicas para a juventude representam hoje mais do que a inclusão de forma específica desse segmento na agenda municipal. Trata-se de políticas que dizem respeito à vida de mais de um quarto da população.


A juventude pode ter papel central na construção de uma nova sociedade, democrática e com justiça social. Para isso, é preciso aprofundar a noção do jovem enquanto sujeitos de direitos e não mais como um híbrido entre a criança e o adulto, que necessita ser tutelado, moldado e conformado adequadamente pelas instituições aos parâmetros sociais vigentes. Para a juventude o trabalho, se exercido a partir dos pilares do trabalho decente, pode ter a função social de possibilitar sua emancipação. Tal afirmação corrobora as diferentes pesquisas que mostram que o acesso a um emprego de qualidade é uma das principais demandas da juventude. Uma cidade para as pessoas, e para a juventude, precisa cada vez mais estruturar políticas públicas de trabalho, emprego e renda que deem conta de dialogar com essa realidade.

Nesse sentido, a prefeitura de São Paulo oferece atualmente alguns programas de geração de trabalho, renda e formação profissional como, por exemplo, o Programa Bolsa Trabalho, o Programa Operação Trabalho, o Jovem SUS e o Bolsa Cursinho. Além disso, há uma série de outras políticas que não são específicas para a juventude, mas que podem ser apropriadas por ela, especialmente pela juventude periférica, para geração de renda. Um forte exemplo é a instalação dos FabLabs na periferia – porque é lá que a juventude negra, periférica, vai ter direito de acessar o que há de mais moderno em tecnologia e utilizar também para alavancar projetos inovadores que deem retorno social.

Contudo, refletindo o cenário nacional, os índices de desemprego dessa parcela da população ainda são elevados: cerca de 450 mil jovens, do total de 817 mil desempregados da cidade (PED 2015). É preciso considerar ainda que a experiência no mundo do trabalho é desigual mesmo dentre os jovens. Fatores como sexo, cor/raça, renda familiar, posição na família, escolaridade e região de moradia, tornam ainda mais explícitas as múltiplas disparidades que atingem a população juvenil. A taxa de desemprego das jovens mulheres negras chega a 23,8% enquanto dos jovens homens brancos é de 14%. Entre as jovens brancas a taxa é de 17,8% e nos jovens negros, de 17,1% (Pesquisa DIEESE – regiões metropolitanas 2013).

Avançar nas mudanças que já vem sendo feitas na cidade traduz-se, assim, em enfrentar a questão do desemprego juvenil. Temos portanto, a urgência de criação, de forma intersetorial e em diálogo com os diversos movimentos juvenis, de um grande programa público de combate ao desemprego de jovens na cidade, especialmente voltado para a juventude das periferias. A carência de postos de trabalho de qualidade e com cargas horárias que permitam conciliar trabalho e estudo também é outro problema a ser enfrentado. O aumento recente dos anos de escolaridade não foi necessariamente acompanhado por maior oferta de postos de trabalho de qualidade para a juventude. Da mesma forma, não produziu adiamento significativo do momento de ingresso no mercado de trabalho, ampliando-se a parcela dos que buscam articular trabalho e educação em suas trajetórias.

Os dados evidenciam as dificuldades em realizar esta combinação, em função das longas jornadas de trabalho, e dos longos tempos de deslocamento entre casa-trabalho-escola, o que se agrava no caso das jovens mulheres das periferias, sobre as quais ainda recai, em geral, a maior parte das responsabilidades pelos afazeres domésticos. Neste sentido, torna-se central a instituição de políticas públicas e práticas que contribuam para ampliação das chances de conciliação entre trabalho, estudos e vida familiar, como a oferta de creches públicas nos bairros e a criação de restaurantes comunitários perto dos locais de grande concentração de emprego.

O estímulo ao empreendedorismo pode ser uma saída interessante para geração de trabalho e renda para jovens, principalmente se acompanhado de medidas concretas de criação de linhas de crédito, de apoio à formalização do empreendimento e formação. Assim como dar continuidade às propostas que vão além do empreendimento individual, que envolvem o coletivo, na perspectiva da promoção da economia solidária. A segregação espacial dessa juventude também precisa ser duramente combatida. Para que a cidade seja de fato de todos e todas, é preciso garantir que os jovens possam se locomover por ela, não apenas para trabalhar e estudar, mas também para vivenciar sua cidade. O direito à cidade se traduz como uma retomada do protagonismo social na produção coletiva da cidade. Para a juventude, significa também, fortemente, o direito aos espaços públicos, aos locais de encontro e de trocas, o direito a um ritmo de vida e de uso do tempo que permitam usufruir pleno e inteiro o que a cidade oferta.

Temos a convicção de que a gestão pública deve liderar o processo de desenvolvimento que permita enfrentar esses desafios. É do poder público o papel da elaboração e implementação de políticas ativas em relação à geração de trabalho, emprego, renda, empreendedorismo e economia solidária. A participação e o diálogo social são essenciais para a definição das melhores escolhas a serem feitas. Assim, no dia internacional da juventude, reafirmamos nosso compromisso com o fortalecimento das políticas públicas que tenham os e as jovens como protagonistas e que articulem educação, trabalho e direito à cidade, sob as diretrizes de um modelo de desenvolvimento local, solidário e inclusivo.

Artur Henrique da Silva Santos é secretário municipal do Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo da cidade de São Paulo.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Nova lei garante PLEBISCITO em São Paulo, nas grandes decisões da cidade.



A Câmara Municipal aprovou na quarta-feira, dia 22 de junho, Projeto de Lei que estabelece condições para convocar a população paulistana a se manifestar em assuntos relevantes, sobretudo obras de alto custo ou de grande impacto na cidade ou nos distritos, por meio de plebiscitos.
O projeto foi apresentado pelos vereadores que integram a Frente Parlamentar de Implementação dos Mecanismos de Democracia Direta, que tem como coordenadora a vereadora Juliana Cardoso.
A realização de plebiscitos está prevista na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. A Lei Orgânica do Município de 1978 também prevê mecanismos de democracia participativa na esfera municipal, inclusive o tipo especial de plebiscito no seu artigo 10, o qual seria realizado em virtude de obras de valor elevado ou que tenham significativo impacto ambiental.
O projeto define como elevado toda e qualquer obra pública cujo valor esteja fora do valor médio, na casa de dois desvios padrão acima da média, das obras previstas para o exercício financeiro vigente à época do pedido de plebiscito. Também leva em conta como de significativo impacto social e ambiental, toda e qualquer obra, pública ou privada, que implique em transformação acelerada do perfil urbanístico do município, distrito ou bairro, em suas características de uso e ocupação do solo ou seu padrão de circulação, bem como as que se destinem a implantar atividades que representem ameaça à segurança do entorno.
“As consultas à população sobre temas relevantes na cidade representam um exercício de cidadania”, declarou a vereadora Julian Cardoso. “Temos recebido e estudado várias sugestões na Frente Parlamentar e que vão aprofundar a democracia direta. Se a demolição do Minhocão for colocada em pauta, por exemplo, pode-se convocar plebiscito”.




Assessoria de Imprensa
Vereadora Juliana Cardoso
André Kuchar (MTb 15.513.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Cidade Tiradentes recebe a Prefeitura no Bairro.

Prefeitura no Bairro agilizou a entrega de 800 títulos de quitação de moradias em Cidade Tiradentes

A ação integrada Prefeitura no Bairro agilizou a entrega de mais de 800 títulos de quitação final de imóveis da Companhia Metropolitana de Habitação (Cohab) em Cidade Tiradentes, zona leste da capital.
Prefeito Fernando Haddad, em meio às nossas crianças.


Desde a última segunda-feira (21), postos móveis de serviços municipais realizaram 10 mil atendimentos na praça Maria da Graça dos Reis, em frente ao terminal de ônibus do bairro.

Em visita ao bairro na manhã deste sábado (26), a prefeita em exercício Nádia Campeão defendeu a importância da aproximação da administração municipal com a população dos bairros. “Nesta semana fizemos muita coisa em Cidade Tiradentes, porque demos prioridade a quem mais precisa. A equipe de habitação esteve aqui e fez um trabalho inédito com 1500 atendimentos e vai continuar na subprefeitura, porque temos 40 mil unidades da Cohab em Cidade Tiradentes”, afirmou Nádia Campeão.
Atendimento em tendas, defronte ao Terminal de ônibus


Com os resultados positivos verificados na ação Prefeitura no Bairro, o atendimento da Cohab no bairro se tornará permanente, em um posto avançado na subprefeitura de Cidade Tiradentes. Trata-se de uma iniciativa inédita para agilizar a regularização dos imóveis de habitação popular.

A entrega dos títulos de quitação aconteceu ao longo da semana, por meio de uma parceria entre a Cohab e a subprefeitura, que auxiliou na comunicação com as famílias que teriam o documento disponibilizado. “Eu queria chamar a atenção para a importância deste documento, que é emitido depois que a pessoa termina de pagar o imóvel. Sem ele, a Cohab continua com a propriedade do imóvel e a pessoa, apesar de ter quitado, fica desprotegida com relação ao seguro e também às garantias para herdeiros e familiares”, explicou João Abukater, presidente da Cohab.

Após a visita à praça de atendimento, Nádia Campeão vistoriou as obras do projeto Florestan Fernandes, em que o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra Leste 1 estão construindo 396 unidades habitacionais em mutirão de auto-gestão, pelo programa Minha Casa Minha Vida, do governo federal.

Fonte: Assessoria de Comunicação da SubPrefeitura
Abílio Ferreira

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Cidade Tiradentes avança na gestão de Fernando Haddad.

Zelando pelo bairro

Prefeitura intensifica ações de melhoria


Cidade Tiradentes vem recebendo investimentos em diversas áreas. Os parques do Rodeio, da Ciência e da Consciência Negra, por exemplo, receberam nova iluminação. A Avenida dos Metalúrgicos ganhou 1.196 pontos de luz específica para pedestres, tornando mais segura a circulação pela via.

O prefeito tem acompanhado de perto as intervenções. Em maio, ele vistoriou a nova iluminação do Parque do Rodeio e, em seguida, conheceu as instalações da Associação de Moradores Santa Etelvina (Acetel), para avaliar a possibilidade de instalação de equipamentos públicos de saúde, esporte e cultura no terreno, que pertence à Administração Municipal.

Ecoponto

O prefeito também visitou o ecoponto Setor G instalado na Rua Alfonso Asturaro. O equipamento tem capacidade para receber mensalmente 600 metros cúbicos de resíduos da construção civil e grandes objetos como móveis e restos de poda de árvores, além de recicláveis como papel, papelão, plásticos, vidros e metais, que são enviados para centrais de triagem.

Escolas

Ainda em maio, o prefeito inaugurou a Escola Municipal de Educação Infantil Cidade Tiradentes II, que atende 240 crianças entre 4 e 5 anos.

A nova unidade faz parte de um plano de expansão da rede municipal de educação, que tem mais de 140 obras em andamento em toda a cidade. Em Cidade Tiradentes, uma nova creche será inaugurada em breve. E está previsto também um novo CEU (Centro de Educação Unificado) no distrito.