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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

Bolsonaro queria dar 100 milhões a Record e SBT.

    

Presidente da Petrobrás só foi demitido por não aceitar participar de esquema de corrupção e de propina, que iria favorecer a TV Record e o SBT


     Recusa de participar deste crime acarretou na demissão do presidente da Petrobras, #Bolsonaro queria R$ 100 milhões em verba de publicidade da estatal na Record e no SBT. As emissoras são as principais aliadas de Jair Bolsonaro.

     Desta feita, o mercado financeiro pode ficar tranquilo, pois o Presidente Jair Messias Bolsonaro não pretende de forma alguma, segundo alguns membros do conselho da estatal, mexer na política de preços da mesma. O motivo real é de fato, este pedido de propina, prontamente recusado pelo gestor ora demitido, punido ao se recusar participar deste esquema de corrupção, que iria favorecer de forma ilícita as emissoras em questão...

Ainda segundo membros deste conselho, a empresa iria trazer notícias boas sobre os excelentes resultados, e um balancete trimestral, deveria ser apresentado ao público, porém a decisão de afastar o  gestor, e o desenrolar dos acontecimentos, aliado a tempestiva intromissão acalorada e inoportuna de Bolsonaro, colocou por terra, algo bom que deveria ser comemorado.

Estes mesmos conselheiros, demonstram preocupação com o prejuízo bilionário causado pelo ex-militar Bolsonaro, que em desvio de função, causou mais este back no mercado e na Petrobrás, por picuinha, ao ver seu pedido de propina, tão elegante e corajosamente negado por Roberto Castelo Branco.

O que deve mover estes setores da imprensa dita PIG, e o atual presidente, é sem dúvidas uma certeza de impunidade tão grande, que contrasta com a covardia e o oportunismo do Congresso Nacional, seus senadores e deputados inertes e corrompidos.

Nota desta redação sobre mais esta vergonha;

Difícil ter que noticiar estes fatos, enojado e envergonhado com tudo que aí está, formatado pelo golpe de 2016, com supremo, com tudo. Parabéns ao ex-diretor da Petrobrás e conselheiros.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

O “mercado”, que toca o terror na eleição, quebrou o mundo


O "mercado" não quer Dilma. Isso está nas manchetes há dias, semanas. A Bolsa sobe ou cai a depender de pesquisas que mostram Dilma em baixa ou em alta.

E não só pelos erros do governo Dilma.

Em 2002, em pleno governo Fernando Henrique, o "mercado" fez terror com a hipótese da vitória de Lula. Qual foi o resultado daquele terror todo?

Basta conferir num site de buscas. O governo Fernando Henrique terminou melancólico, com dólar a quase R$ 4, risco-país acima de 4 mil pontos, e inflação de 12, 53% ao ano.

Sobre qualquer assunto que tenha algo a ver com economia, largos setores da mídia dão voz preferencial e, a depender da mídia muitas vezes única, a "especialistas" do "mercado".

O que é o tal "mercado"?

É o sistema de bancos e demais instituições financeiras. Assim sendo, vale lembrar os custos da crise criada no e pelo "mercado" e que explodiu em 2008.

Mark Anderson, ex-chefe da Standart and Poor's, o homem que rebaixou a nota de crédito dos EUA, diz que o custo final da crise mundial é de US$ 15 trilhões.

Estima-se que hoje o chamado "mercado de derivativos" seria de US$ 1,2 quatrilhão. Isso é 20 vezes todo o PIB do mundo. Ou seja, é só ficção. É "dinheiro" de mentira.

Isso existe apenas como alavanca para quem pilota o tal "mercado" acumular ainda mais fortuna. Com grandes riscos para o próprio sistema financeiro. Nem se diga para os demais pobres mortais.

Relatório da ONG britânica Oxfam informa: 85 pessoas das 7 bilhões e 200 milhões da Terra têm patrimônio igual à metade da população do mundo.

O 1% mais rico do mundo tem US$ 110 trilhões. O que é 65 vezes mais do que tudo que tem metade da população mundial.

No Brasil, apenas 4 dos bancos tiveram lucro líquido de R$ 50 bilhões em 2013. Isso é mais do que a soma do PIB de 83 países no mesmo ano passado.

Isso é o tal "mercado". O resto é conversa mole e disputa pelo Poder.
fonte: Portal Terra/ Bob Fernandes