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sexta-feira, 24 de maio de 2013

Castração aos Estupradores e pedófilos

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Queríamos dizer algo...
E como encontrar as palavras ?

Angélica Barbosa Romasco, um pequenino pedaço do céu, que brincava pelas ruas desse nosso chão, encontrou seu algós. Ninguém poderá dizer quantas alegrias ela iria proporcionar à tantas pessoas que não irão mais encontrar com ela neste plano. E que saudades irá ter aquele que poderia ter sido seu futuro marido, seus futuros educadores, amigos, visinhos, parentes...
Quanta dor sente aqueles que tiveram o prazer de desfrutar de sua convivência? Não dá para supor, por exemplo, os sentimentos de sua família.
Mas o que podemos com certeza imaginar, é a tamanha festa que deve estar acontecendo no céu nesse momento, com a chegada de mais um de nossos anjinhos.
Um grande beijinho pequena, e um abraço bem apertado, de todos os moradores de Cidade Tiradentes.



CÂMARA PROÍBE BAILE FUNK NAS RUAS DE SP



     A Câmara Municipal de São Paulo aprovou em primeira votação projeto de lei que proíbe a realização de bailes funks nas ruas da capital. A proposta é de dois ex-comandantes da Polícia Militar: Coronel Álvaro Camilo (PSD), comandante da corporação até o final de 2011, e Conte Lopes (PTB), comandante da Rota no início dos anos 1980. O projeto tem apoio até de lideranças do PT, apesar de o prefeito Fernando Haddad (PT) ter sinalizado ser contrário à proibição.
     Camilo e Lopes defendem o uso de policiais militares da Operação Delegada no combate a bailes funk e ao consumo de álcool nas lojas de conveniência dos postos de gasolina. Pelas regras do Psiu atual, o agente de fiscalização ou guarda-civil metropolitano só pode verificar denúncia de som acima de 63 decibéis (barulho de um liquidificador ligado), entre 22 horas e 7 horas, quando houver uma testemunha presente.
     São realizadas ainda a medição do ruído e a perícia de um técnico da subprefeitura, antes de a GCM ser acionada. Agora os vereadores da chamada “bancada da bala” querem que os 9 mil PMs que participam da Operação Delegada possam ser acionados para coibir os bailes funks, conforme prevê a proposta aprovada ontem e que precisa passar por uma segunda votação. Segundo Camilo e Lopes, são realizados na capital, em média, 300 bailes funks por semana em locais públicos como ruas, avenidas e praças.
     Nota da Redação: Antes de pensar em proibir o laser da população jovem, decretando praticamente um tipo de “toque de recolher “, nossos caros e ilustres parlamentares deveriam propor uma alternativa mais democrática para que a massa jovem possa usufruir de laser e recreação sadia e segura, como querem os autores e apoiadores da referida lei.