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terça-feira, 11 de novembro de 2014

Cadastro Positivo. O vilão da Economia em 2014.

     Não adianta contestar. Nenhum analista ou tecnólogo irá convencer nós Brasileiros do contrário. Todo aquele que, ao não pagar em dia suas prestações, porém pagar, cada um com seu jeito peculiar de administrar suas finanças, ficou de fora do que é prática na concessão de crédito no país. O CADASTRO POSITIVO.


     Inúmeros trabalhadores em 2014 não puderam comprar veículos, imóveis e demais bens de consumo, apesar de estarem em dias com seus financiamentos e com o nome limpo na praça. Acontece que, aquele que atrasa alguma prestação é analisado de forma diferenciada e certamente preconceituosa ( vale estudar senhores financistas ), ficando de fora do novo cadastro, fato que o impede de efetuar financiamentos novos.
     Um claro exemplo aconteceu em Cidade Tiradentes, onde anualmente é realizado um Feirão de Automóveis. No antigo sistema de análise, os organizadores teriam vendido todo o estoque de veículos, tamanha foi a procura. Consumidores, apesar de estarem com o nome limpo, sem inclusão no cadastro NEGATIVO, também não figuraram no POSITIVO, e viram suas fichas serem reprovadas.
     Boa parcela do consumidor no Brasil, uma vez em sempre, vai atrasar uma ou outra fatura, mas sempre corre daqui, dribla dali e consegue quitar a prestação. Se a medida certamente impopular conseguiu eliminar algum percentual na inadimplência, da mesma forma foi a responsável direta pelo fraco crescimento do PIB, pelo fraco crescimento na indústria e no comércio, setores vitais para a economia do pais, que poderia estar comemorando recordes de vendas e movimentação financeira, apesar da forte crise no mundo.
Se há algum culpado pela economia crescer pouco este ano, com certeza foi o ¨inteligente¨ que, em ano eleitoral, de Copa, e de crise no MUNDO, inventou um instrumento capaz por si só, de acabar com o que poderia ser um ano de GRANDES CONQUISTAS ECONÔMICAS E FINANCEIRAS para todos os setores.
    Mais uma pergunta fica no ar. Esse cadastro é legal, do ponto de vista constitucional e jurídico ???  E não atenta contra o código de defesa do consumidor?
     Para não deixar mais uma pergunta no ar...A quem interessaria, em ano de eleição, segurar o crescimento da economia ???? Sem comentários não é!!! Achamos que seria apelação demais....porém, uma a mais, uma a menos...