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sábado, 10 de abril de 2021

A Fome e o desemprego fazem explodir os assaltos e arrastões pela Cidade Tiradentes.

 


A falta de emprego e renda, devido a enorme crise que se agiganta no país, seja por inanição do governo federal, seja devido à pandemia, começa a apresentar consequências negativas e alarmantes, fazendo explodir a violência em todos os estados da federação.

Certamente a explosão de ocorrências foi desencadeada pela falta de recursos, de oportunidades e de trabalho. Os assaltos estão acontecendo à luz do dia em qualquer lugar, e tem como vítima principal, os idosos e mulheres.

O poder público vai começar a se preocupar de fato, quando essa crise de segurança desembocar no colo da burguesia, quando os saques em grandes redes se tornarem inevitáveis, daí vão começar a agir, pois enquanto atinge apenas a classe trabalhadora, para eles, tanto faz como tanto fez, somos apenas números em estatísticas.

O relato a seguir foi enviado a esta redação, por uma leitora e seguidora, que desesperada relatou-nos o caso que vitimou a sua irmã, na tarde de hoje no Barro Branco II:

¨Boa noite, agora nesse momento minha irmã foi assaltada aqui na Rua Alexandre Davidenko, próximo á creche madre Paulina, estavam de moto, armados e levaram tudo, tudo mesmo. Bolsa com marmita, celular, documentos, ela estava vindo do trabalho, esses desgraçados deveriam morrer da pior forma possível, ela está desesperada e chorando muito, só consigo desejar o mal total a eles. Um era um ´gordinho´, e estava de camiseta azul¨.

Casos como o da Mayara Roses acontecem muito nas periferias e rincões deste pais, quando falta um interesse real de atuação das autoridades, em desenvolver políticas públicas que contemplem toda a população, e não apenas os setores mais abastados, que a bem da verdade, são uma minoria poderosa, que somente irão se manifestar quando o desgoverno afetar de fato o bolso deles.

By Waldemar Parra



segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Organizadas unidas em apoio a Chape.

A semana passada era impensável ver as torcidas Paulistas, em um só lugar, sem que houvesse, ao menos um tapa, uma agressão, ou um tumulto...

O momento trágico pelo que passa o futebol tem a capacidade de provocar a união até mesmo naqueles que, cotidianamente, costumam ficar em lados opostos. E neste domingo, outro bonito ato neste aspecto tomou a praça Charles Miller, em frente ao estádio do Pacaembu, em São Paulo. Torcidas organizadas dos quatro maiores clubes de São Paulo se reuniram para ato de apoio à Chapecoense e as vítimas do terrível acidente da última terça-feira.

Em uma cena que seria difícil de imaginar não fosse o atual contexto pelo qual o futebol está passando, a Independente, do São Paulo, a Gaviões da Fiel, do Corinthians, a Mancha Verde, do Palmeiras, e a Torcida Jovem, do Santos, levantaram todos as sua bandeiras que levam as cores de seus times de coração, no entanto, para entoar o mesmo grito: o de solidariedade pela Chapecoense.

Na noite do último sábado, as organizadas já haviam anunciado, por meio de suas redes sociais, que se reuniriam no Pacaembu para o ato, chamando a presença dos membros associados das respectivas torcidas. Após reunirem-se nas sedes de seus clubes, os grupos marcharam juntos direto até a frente do estádio.

Homenagens ao Chapecoense ocorreram por todo o globo terrestre. Nós do Jornal folha Popular Nova Geração, em nome da Cidade Tiradentes e região, deixamos aqui registradas as nossas condolências, desejando muita paz e serenidade às famílias das vítimas deste grave acidente, que causou grande comoção mundial.